Cattleya tigrina
Sinônimos: Cattleya guttata.
Origem: Brasil.
Foto: Daniel Carvalho Gonçalves
Ambiente: Quente e úmido.
Luminosidade: Meia-sombra. Pode ser cultivada sob árvores ou telado com proteção de 50%.
Características: É uma orquídea epífita, com pseudobulbos retos, cilíndricos, de até um metro de altura, portando duas folhas lanceoladas, coreáceas, verde-escuro.
Tipo de substrato: Pode ser plantada em troncos de árvores ou em vasos com fibra de coco ou cascas de pinho.
Regas: Diárias.
Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos
Doenças e pragas: As doenças mais comuns são as causadas por fungos, por causa do ambiente úmido. O primeiro cuidado é isolar a planta para que ela não contamine as outras. Depois retirar a parte afetada e tratar com fungicidas específicos, recomendados por um agrônomo. Um forma de prevenção que sempre recomendamos é usar sulfato de cobre juntamente com a adubação. Os insetos que atacam esse tipo de orquídea com mais frequência são as cochonilhas e pulgões. Se o ataque for pequeno, elimine-os manualmente ou use detergente líquido diluído em água. Caso necessário, use inseticidas apropriados, encontrados em lojas de jardinagem.
Adubação: Use NPK 20-20-20 ou valores equilibrados de dez em dez dias ou semanalmente, principalmente no período de brotação.
Floração: Floresce no verão. As flores, em cacho, com número de até 15, aparecem no ápice dos pseudobulbos. As pétalas e sépalas são amarelo-esverdeado, pintalgadas de marrom-púrpura, enquanto que o labelo é trilobado, com os lóbulos laterais esbranquiçados e o lóbulo central cor de ametista.
Status ecológico: Em vias de extinção na natureza.
Abraço!
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