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quinta-feira, 22 de junho de 2017

Baptistonia echinata

Baptistonia echinata

Origem: Brasil, mais precisamente, na Serra do mar.

Ambiente: Quente, úmido e bem ventilado.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Luminosidade: Meia-sombra.

Características: É uma orquídea epífita, com pseudobulbos com cerca de 8 centímetros, com folhas lanceoladas, verdes-escuras, vincadas centralmente.

Tipo de substrato: Pode ser plantada em cachepôs de madeira ou vasos cerâmicos com uma mistura de fibra de casca de coco e casca de pinho ou peroba.

Regas: Diárias.

Doenças e pragas: São bastante suscetíveis a doenças fúngicas como a "podridão-negra" ou a "ferrugem". O ideal é podar a parte afetada, isolar a planta e tratar com fungicida específico recomendado por um agrônomo. Como preventivo, use 1 grama de sulfato de cobre por um litro de água, juntamente com a adubação.
As pragas mais comuns são os pulgões que podem ser controlados usando-se uma mistura de detergente líquido com água.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Adubação: Use NPK 20-20-20 ou outro adubo com macronutrientes equilibrados de 15 em 15 dias.

Floração: Ocorre no outono/inverno. Emite uma haste floral de até 30 centímetros, portando até 40 flores de 3 centímetros de diâmetro, com pétalas, sépalas e labelo de cor amarela ou marrom-amarelado, pintalgados de marrom.

Status ecológico: Corre risco de extinção na natureza.
Abraço orquidófilo!

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terça-feira, 13 de junho de 2017

Coelogyne lentiginosa

Coelogyne lentiginosa

Origem: Sudeste asiático.

Ambiente: Quente, úmido e bem ventilado.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Luminosidade: De meia-sombra a sombra. Pode-se cultivá-la sob árvores bem protegidas ou usando-se telado com proteção de 80%.

Características: É uma orquídea epífita, com pseudobulbos claviculados, com cerca de 15 centímetros, verdes-claros, encimados por duas folhas lanceoladas, vincadas ao meio, verdes-claras.

Tipo de substrato: Pode ser plantada diretamente em troncos de árvores ou em cachepôs de madeira, usando-se uma mistura de fibra de casca de coco e casca de pinho ou peroba.

Regas: Diárias.

Doenças e pragas: As doenças mais comuns são as causadas por fungos como a "podridão-negra" e a "ferrugem". Para tratar, corte a parte afetada, isole a planta e aplique fungicida específico recomendado por um agrônomo.
A principal praga que ataca essa orquídea são os pulgões, principalmente na época de brotação ou floração. Combata-os utilizando uma mistura de detergente líquido e água.



                Foto; Daniel Carvalho Gonçalves


Adubação: Use NPK 10-10-10 ou outro adubo com macronutrientes equilibrados e com boa dosagem de micronutrientes de 15 em 15 dias. Nunca use dose diferente da recomendada pelo fabricante.

Floração: Ocorre nos meses de abril a junho. Emite uma haste floral de até 15 centímetros, portando até 7 flores com 3 centímetros de diâmetro, com pétalas e sépalas amarelas-creme e labelo da mesma cor com detalhes amarelo ouro e marrom-púrpura.

Status ecológico: Corre risco de extinção na natureza.
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quinta-feira, 8 de junho de 2017

Oncidium ornithorrhynchum

Oncidium ornithorrhynchum

Origem: México, Guatemala, São Salvador e Costa Rica.

Ambiente: Quente e seco durante o dia; frio e úmido durante a noite; bem ventilado.


    Foto; Daniel Carvalho Gonçalves


Luminosidade: Meia-sombra. Pode ser cultivado sob árvores ou usando-se telado com proteção de 70%.

Características: É uma orquídea epífita com pseudobulbos com cerca de 5 centímetros de altura, portando duas folhas, com cerca de 25 centímetros de comprimento, lanceoladas, verdes-brilhantes.

Tipo de substrato: Pode ser plantada em cachepôs de madeira com uma mistura de fibra de casca de coco, casca de pinho ou de peroba ou diretamente em troncos de árvores.

Regas: Diárias e de preferência, ao anoitecer.

Doenças e pragas: A doença mais comum nesse tipo de orquídea é a "ferrugem", causada por um fungo. O melhor a fazer é podar a parte afetada, isolar a planta e tratar com fungicida específico recomendado por um agrônomo.
As pragas mais comuns são os pulgões, principalmente na época da brotação. Podem ser combatidos manualmente ou usando-se uma mistura de detergente líquido com água.



         Foto; Daniel Carvalho Gonçalves


Adubação: Use NPK 10-10-10 ou outro adubo com macronutrientes equilibrados e com boa dosagem de micronutrientes como ferro e zinco, por exemplo. A adubação orgânica é recomendável para quem já tem certa experiência no cultivo, pois, pode trazer alguns patógenos que causam doenças.

Floração: Ocorre no outono/inverno. Emite uma haste floral de cerca de 40 centímetros de comprimento, portando até 70 flores de 2 centímetros de diâmetro com pétalas e sépalas lilases-róseas e labelo da mesma cor com uma crista amarelada.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço orquidófilo.

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quarta-feira, 31 de maio de 2017

Cattleya percivaliana

Cattleya percivaliana

Origem: Venezuela.

Ambiente: Quente, úmido e bem ventilado.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Luminosidade: Meia-sombra. Pode-se utilizar sombrite com proteção de 70% ou cultivá-la sob sombra de árvores.

Características: É uma orquídea epífita ou rupícola com pseudobulbos alongados, sulcados, de 25 centímetros de comprimento, portando uma folha oblonga, coreácea, de 30 centímetros, verde-brilhante.

Tipo de substrato: Pode ser cultivada diretamente em troncos de árvores, tocos de madeira ou em cachepôs de madeira com uma mistura de fibra de casca de coco com casca de pinho ou peroba.

Regas: Em dias quentes, todos os dias; em dias frios, de dois em dois ou três em três dias.

Doenças e pragas: As principais doenças que acometem essa espécie são de origem fúngica como a "podridão-negra" ou a"ferrugem". Quando atacada, o melhor a fazer é podar a parte afetada, isolar a planta e tratar com fungicida específico recomendado por um agrônomo.
As principais pragas são os pulgões e cochonilhas. Os primeiros, podem ser eliminados com uma mistura de detergente líquido e água. As cochonilhas exigem combate com inseticidas piretroides ou sistêmicos.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Adubação: Use NPK 20-20-20 ou outro adubo com macronutrientes equilibrados e com boa dosagem de micronutrientes como ferro e zinco, por exemplo. Faça a adubação de 15 em 15 dias. Saliento que é muito importante a constância para que se consiga o melhor efeito sobre a planta.

Floração: Ocorre entre abril e junho. Emite uma haste floral com até três flores de 15 centímetros de diâmetro, com pétalas e sépalas lilases e labelo lilás com lóbulo frontal carmim-púrpura matizado de marrom e fauce amarela.

Status ecológico: Em risco de extinção na natureza.

Abraço orquidófilo!

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quinta-feira, 20 de abril de 2017

Cultivo de orquídeas

Cultivo de orquídeas


     Foto: Daniel Carvalho Gonçalves

O cultivo de orquídeas é visto pelos inciantes como um bicho-de-sete-cabeças. Talvez não seja o mais simples, mas não é difícil cultivá-las belas e com florações periódicas. Alguns cuidados básicos podem ser tomados no que diz respeito à espécie, ao ambiente, à luminosidade, às regas, ao tipo de substrato e ao tipo de vaso.


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    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Uma dica importante para a aquisição de orquídeas é comprá-las de fornecedores confiáveis, com boa experiência do mercado e (muito importante) que sejam honestos e não vendam "gato por lebre" e nem plantas doentes.
Quando for comprar, converse com o vendedor sobre as características da espécie que está adquirindo, dados importantes como os supracitados: luminosidade, regas, etc.



    Foto:Daniel Carvalho Gonçalves


Para ajudá-lo em sua caminhada daremos algumas dicas que podem ser preciosas. Vamos separar por tópicos as principais dúvidas para que você consiga escolher a melhor forma de cuidar de sua orquídea.



    Foto; Daniel Carvalho Gonçalves


Tipo de substrato
O substrato varia de acordo com a espécie. Existem espécies de orquídeas terrestres como, por exemplo, a Arundina graminifolia e a Pelexia macropoda. O substrato ideal é uma mistura de terra comum, carvão vegetal ou cinza e Esterco de curral ou compostagem.
A maioria das espécies são epífitas, ou seja, vivem em árvores. O substrato desse tipo de orquídea pode variar, desde o tronco de árvores vivas, toquinhos de madeira, vasos plásticos ou cerâmicos ou cachepôs de madeira com mistura de fibra de casca de coco, casca de peroba ou pinho. Entre essas encontramos os gêneros Cattleya, Schomburgkia, Sophronittis, etc.
Existem ainda espécies rupícolas, ou seja, vivem em meio a detritos em pedras, como por exemplo, a Laelia duveenii e a Bulbophylum weddelii. O substrato pode ser uma mistura de pedriscos com fibra de casca de coco, por exemplo.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Luminosidade
Existem espécies de orquídeas que preferem sombra como é o caso dos híbridos de Phalaenopsis e as micro-orquídeas, por exemplo.
A maioria gosta de meia-sombra como as Cattleya, Sophronittis e Vanda.
Outras espécies podem ser cultivadas em sol pleno como alguns Catacetum, Arundina, Dendobrium, por exemplo.




    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Regas
As regas devem ser controladas de acordo com as espécie e do tipo de substrato. Em geral as orquídeas gostam de ser molhadas mas não de ficarem encharcadas. A rega deve ser feita o suficiente para manter o substrato úmido. Se o substrato usado for toquinhos de madeira, vasos cerâmicos ou cachepôs de madeira com a mistura já citada, a rega pode ser diária. vasos plásticos retém mais umidade, de forma que a rega pode ser de dois em dois dias, por exemplo. Algumas espécies como o Dendrobium nobile e seus híbridos, precisam sofrer choque hídrico para florescerem. Faça isso reduzindo drasticamente a rega durante dois meses que precedem a floração.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Adubação
A adubação é um fator preponderante para uma boa floração. Podemos fazê-la com adubos orgânicos ou químicos. Para os iniciantes, lidarem com o adubo químico é mais fácil, bastando seguir a dosagem recomendada pelo fabricante. O adubo orgânico é mais ecológico, mas pode trazer algumas implicações como doenças fúngicas, para as quais o novato ainda não está preparado.

Esse blog tem por objetivo facilitar o cultivo dessas maravilhas. vai encontrar aqui uma ficha de acordo com cada espécie e dicas preciosas para cultivá-la. Identifique suas espécies e a forma ideal de cultivá-la. Se tiver quaisquer dúvidas, use os comentários para esclarecê-las. Suas respostas serão enviadas prontamente.
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quinta-feira, 16 de março de 2017

Cattleya warneri coerulea

Cattleya warneri coerulea

Origem: Brasil, nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia e São Paulo.

Ambiente: Quente, úmido e bem ventilado.

Luminosidade: Meia-sombra. Pode ser cultivada sob árvores ou usando-se telado com proteção entre 50% e 70%.

Características: É uma orquídea epífita, com pseudobulbos com até 20 centímetros, verdes-amarelados, portando uma folha lanceolada, coreácea, de até 25 centímetros, verdes-brilhantes.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Tipo de substrato: Pode ser plantada diretamente em troncos de árvores, em tocos de madeira ou em cachepôs de madeira com uma mistura de fibra de casca de coco e casca de pinho ou peroba.

Regas: Diárias.

Doenças e pragas: As doenças mais comuns são aquelas causadas por fungos como a "podridão-negra" e a "ferrugem". nesse caso, recomendamos que se corte a parte afetada, isole a planta e trate com um fungicida específico, recomendado por um agrônomo. Como preventivo, pode-se usar 1 grama de sulfato de cobre por um litro de água, juntamente com a adubação.
As pragas mais comuns nesse tipo de orquídea são as cochonilhas. Elimine com inseticida piretroide.

Adubação: Use NPk 10-10-10 ou outro adubo com equilíbrio de macronutrientes e boa dosagem de micronutrientes como ferro e zinco, quinzenalmente.

Floração: Ocorre no mês de outubro. Emite, no ápice do pseudobulbo, uma haste floral com até 4 flores grandes, com pétalas e sépalas brancas e labelo lilás-azulado. Aliás, coerulea, quer dizer "da cor do céu", devido a essa mutação diferenciada do flor normal que é lilás.

Status ecológico: A flor coerulea é raríssima na natureza. E mesmo a variedade tipo, encontra-se ameaçada de extinção.

Abraço orquidófilo!

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terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Sophronitis brevipendunculata

Sophronitis brevipendunculata

Origem: Brasil, no estado de Minas Gerais.

Sinônimo botânico: Cattleya brevipendunculata.

Ambiente: Média temperatura, úmido e bem ventilado.

Luminosidade: Entre sombra e meia-sombra.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Características: É uma orquídea epífita ou rupícola, com pseudobulbos pequenos, atarracados e achatados lateralmente, folhas ovais, coreáceas, verde-escuras. Forma pequenas touceiras, densamente agrupadas.

Tipo de substrato: Pode ser plantada diretamente em troncos de árvores, em pequenos toquinho de madeira colocados dentro de um vaso plástico com pedriscos no fundo para mantes a umidade ou em pequenos cachepôs de madeira com uma mistura de casca de pinho ou peroba, esfagno ou fibra de casca de coco.

Regas: Diárias.

Doenças e pragas: É muito comum ser atacada por doenças fúngicas como a "podridão-negra", por exemplo. Nesse caso, corte a parte afetada, isole a planta e trate com fungicida específico. Uma excelente maneira de prevenir é utilizando um grama de sulfato de cobre diluído em um litro de água, junto com a adubação.
A praga mais suscetível são as cochonilhas. Combata utilizando óleo de nim ou inseticida piretroide.

Adubação: Use NPK 20-20-20 ou outro adubo com macronutrientes equilibrados, quinzenalmente. Não se esqueça de observar se o adubo utilizado contém boa dosagem de micronutrientes como o ferro e o zinco.

Floração: Ocorre nos meses de maio a setembro. Emite uma haste floral no ápice do pseudobulbo, portando única flor de 5 centímetros de diâmetro com pétalas, sépalas e labelo vermelho-coccíneo, com detalhe amarelo no interior do labelo.

Status ecológico: Em risco de extinção na natureza.

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