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segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Oncidium flexuosum

Oncidium flexuosum

Origem: Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.

Ambiente: Quente, úmido, bem ventilado.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Luminosidade: Entre sombra e meia-sombra. Cultive sob árvores bem copadas ou com telado com proteção de 80%.

Características: É uma orquídea epífita, com pseudobulbos ovais achatados lateralmente, levemente vincados, portando duas folhas lanceoladas, verde-brilhantes.

Tipo de substrato: Cachepôs de madeira contendo uma mistura de esfagno ou fibra de casca de coco com casca de pinho ou peroba.

Regas: Diárias.

Doenças e pragas: É uma orquídea bastante resistente a doenças, mas pode ser atacada por doenças fúngicas como a "ferrugem". Se detectada no início basta podar a parte afetada e isolar a planta. Use fungicida específico, recomendado por um agrônomo. Como prevenção use um grama de sulfato de cobre por um litro de água junto com a adubação.
As pragas mais comuns são os pulgões. Atacam, normalmente, na fase de brotação. Combata usando detergente líquido diluído em água.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Adubação: Se optar por usar adubação orgânica, utilize com bastante cuidado e preste bastante atenção quanto ao desenvolvimento de patógenos. Aplique no cantinho do cachepô.
Na adubação química (mais recomendada para principiantes), prefira um adubo com macronutrientes equilibrados como NPK 10-10-10, quinzenalmente. Jamais exceda a dosagem recomendada pelo fabricante.

Floração: Ocorre no fim do inverno e início da primavera. Emite uma haste floral na base dos pseudobulbos, medindo até 60 centímetros de copmprimento, portando até 30 flores de 2 centímetros de diâmetro, com pétalas e sépalas minúsculas, amarelas, fortemente maculadas de marrom, labelo maior e largo, amarelo, com dois calos pequenos vermelhos na base.

Status ecológico: Sem risco de extinção.
Abraço orquidófilo!

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Adubação de orquídeas

Adubação de orquídeas

Uma das maiores dúvidas para quem é orquidófilo iniciante, com certeza é a adubação. 
Não existe uma fórmula mágica, mas algumas dicas podem ser úteis. É esse o objetivo desse artigo.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves           Cattleya walkeriana


A boa adubação é aquela capaz de fornecer à planta o que ela precisa para crescer, manter-se e florescer com saúde. Existem nutrientes necessários que podem ser divididos em micronutrientes e macronutrientes. Os macronutrientes são aqueles exigidos em maior quantidade pela planta, dependendo deles o seu desenvolvimento. São conhecidos pela fórmula NPK. N (nitrogênio), P (fósforo) e K (potássio). No mercado encontramos várias fórmulas como, por exemplo, NPK 04-14-08, NPK 20-20-20, NPK 18-08-04, etc. 


    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos         Cattleya leopoldii


O nitrogênio é ótimo para o desenvolvimento das folhas e pseudobulbos.
O fósforo é bom para o desenvolvimento das raízes e para a boa floração.
O potássio é bom para a floração e amadurecimento de sementes.
Aconselho para o iniciante que utilize fórmulas equilibradas, como NPK 20-20-20, por exemplo. 


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves              Laelia tenebrosa


Os Micronutrientes são exigidos pelas plantas em menor quantidade, como por exemplo, o ferro, o magnésio, boro, cloro, zinco, cobalto, silício, etc.
Aconselhamos apenas que jamais exceda a dosagem recomendada pelo fabricante, pois, o excesso pode matar a sua orquídea.


    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos                  Vanda coerulea


A adubação orgânica não é aconselhada para iniciantes, uma vez que exige cuidados e conhecimentos específicos. Pode por exemplo, contaminar a sua planta com patógenos como fungos e vírus.


     Foto: Daniel Carvalho Gonçalves           Epidendrum densiflorum


Além do mais pode oferecer riscos de intoxicação para sua planta, como, por exemplo, a mistura de torta de mamona com farinha de osso, algo bastante disseminado entre orquidófilos, pode cozinhar a sua planta. Evite.
Abraço orquidófilo!

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Híbridos de Vanda

Híbridos de Vanda

Família botânica: Vandaeceas.

Origem: Ásia.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ambiente: Quente, bastante úmido e bem ventilado.

Luminosidade: Média. Pode ser cultivada sob árvores ou usando-se telado com proteção de 70%.

Características: São orquídeas epífitas, de crescimento monopodial (vertical), com folhas alternas, opostas, lanceoladas, verde-brilhantes, e muitas raízes aéreas.




                      Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos



Tipo de substrato: Pode ser plantada diretamente em troncos de árvores ou ser cultivada em cachepôs de madeira, sem nenhum substarto.

Regas: Diárias. Duas a três vezes por dia.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Doenças e pragas: É uma orquídea bem resistente a doenças.
As pragas mais comuns são as cochonilhas, tanto as esbranquiçadas quanto as de carapaça. A melhor forma de combatê-las é ainda o bom e velho inseticida piretroide.

Adubação: Use NPK 0-20-20 ou qualquer outro adubo com macronutrientes equilibrados, semanalmente. Apique em toda a planta (raizes e folhas). Nunca exceda a dosagem recomendada pelo fabricante.




    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Floração: Ocorre uma ou duas vezes por ano, dependendo do híbrido e da forma de cultivo. Apresentam haste floral na base das folhas, contendo de tres a 7 flores. Estas variam de tamanho e coloração de acordo com as espécies utilizadas na hibridação. Flores lindas.

Status ecológico: Como são plantas produzidas em laboratório, não correm risco de serem extintas.

Abraço orquidófilo!

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Cattleya aurantiaca

Cattleya aurantiaca

Origem: México e El Salvador.

Ambiente: Quente, úmido e bem ventilado.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Luminosidade: Gosta de maia-sombra. Pode ser cultivada sob árvores ou usando-se telado com proteção entre 50% e 70%.

Características: É uma orquídea epífita, com pseudobulbos com cerca de 8 centímetros de comprimento, portando duas folhas coreáceas, lanceoladas, verde-brilhantes.

Tipos de substrato: Pode ser plantada diretamente em troncos de árvores, principalmente as de casca rugosa, ou em vaos cerâmicos ou cachepôs de madeira, com uma mistura de casca de pinho ou peroba e fibra de casca de coco.

Regas: Diárias.

Doenças e pragas: As doenças mais comuns são aquelas causadas por fungos como a "podridão-negra" e a "ferrugem". A parte afetada deve ser podada e a planta isolada, para não contaminar outras planats. Aplique um fungicida específico, recomendado por um agrônomo. Como preventivo, aplique um grama de sulfato de cobre por um litro de água juntamente com a adubação.
As pragas mais comuns são as cochonilhas. Combata-as usando inseticidas piretroides.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Adubação: Aplique adubo com macronutrientes equilibrados e boa dosagem de micronutrientes como o NPK 10-10-10, por exemplo, de 15 em 15 dias. Siga sempre a dosagem recomendada pelo fabricante.

Floração: Ocorre no inverno. Emite uma haste floral no ápice dos pseudobulbos com até 5 flores de 6 centímetros de diâmetro, com sépalas, pétalas e labelo na cor amarelo-ouro.

Status ecológico: Corre risco de extinção na natureza.

Abraço orquidófilo!

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Cattleya lueddemanniana

Cattleya lueddemanniana

Origem: Venezuela.

Ambiente: Quente, úmido e bem ventilado.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Luminosidade: Aprecia meia-sombra. Pode ser cultivada sob árvores ou com telado com proteção de 50% a 70%.

Carcaterísticas: É uma orquídea epífita, com pseudobulbos fusiformes e sulacados com cerca de 30 centímetros, portando uma folha coriácea, verde-brilhante, com cerca de 25 centímetros de comprimento.

Tipo de substrato: Pode ser plantada diretamente em troncos de árvores, em tocos de madeira ou em cachepôs de madeira com uma mistura de casca de pinho ou peroba com esfagno ou fibra de casca de coco.

Regas: Diárias.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Doenças e pragas: Podem ser atacadas por doenças causadas por fungos como a "podridão-negra" ou a "ferrugem". Quando isso ocorrer, a parte afetada deve ser podada e a planta isolada. Trate com fungicida específico, recomendado por um agrônomo. Como preventivo use, junto com a adubação sulfato de cobre na mistura de um grama por litro de água. Também pode ser atacada por vírus. Nesse caso, o ideal é queimar a planta, pois essas doenças não têm cura. Se for uma planta preciosa demais, deixe-a isolada das outras para não contaminar.

Adubação: Use NPK 10-10-10 ou qualquer outro adubo com macronutrientes equilibrados e boa dosagem de micronutrientes, quinzenalmente.

Floração: Ocorre no outono/inverno. Emite uma haste floral dentro d euma espata no ápice do pseudobulbo, portando de duas a cinco flores com 15 centímetros de diâmetro, com pétalas e sépalas lilás-arroxeadas, e labelo da mesma cor, com duas máculas amarelase estrias púrpura-arroxeadas.

Status ecológico: Corre risco de extinção na natureza.

Abraço orquidófilo!

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Oncidium obrisatum

Oncidium obrisatum

Origem: América central.

Ambiente: Quente, úmido e bem ventilado.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Luminosidade: Gosta de meia-sombra. Pode ser cultivado sob árvores ou usando-se telado com proteção de 70%.

Características: É uma orquídea epífita, com pseudobulbos lanciformes, achatados na lateral, vincados, com duas ou três folhas lanceoadas de 30 centímetros, verde-claras.

Tipo de substrato: Pode ser cultivada diretamente em troncos de árvores ou em tocos de madeira, de preferência de casca enrugada.

Regas: Em dias frios, uma vez por dia; em dias quentes, duas vezes por dia.

Doenças e pragas: É uma orquídea bastante resistente a doenças. A praga mais comum são os pulgões, principlamente em sua fase de brotação dos pseudobulbos novos e da haste floral. O controle pode ser feito manualmente ou usando-se detergente líquido diluído em água.



                      Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Adubação: Use NPK 20-20-20 semanalmente. Nunca exceda a dosagem recomendada pelo fabricante.

Floração: Ocorre no inverno/primavera. Emite uma haste floral ao lado do pseudobulbo com até 80 centímetros, portando até uma centena de flores de dois centímetros de diâmetro, amarelas.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço orquidófilo!

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Aerangis fastuosa

Aerangis fastuosa

Origem: Madagascar.

Sinônimos botânicos: Angraecum fastuosum e Angorchis tastuosa.,


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ambiente: Quente, úmido e bem ventilado.

Luminosidade: Meia-sombra. Pode ser cultivada sob árvores ou com telado com proteção de 70%.

Características: É uma orquídea epífita, de crescimento monopodial, com folhas alternas, obovais, verde-escuras, raízes salientes e aéreas.

Tipo de substrato: Pode ser cultivada diretamente em troncos de árvores, principalmente os rugosos, ou em cachepôs de madeira com uma mistura de esfagno ou fibra de casca de coco e casca de peroba ou pimho.

Regas: Em dias quentes, duas vezes por dia; em dias frios, uma vez por dia.

Doenças e pragas: É uma orquídea que, cultivada em condições adequadas, é bastante resistente a doenças.
Pode ser atacada por lesmas e caracóis que podem ser controlados manualmente e por cochonilhas que se instalam por baixo das folhas e em suas axilas. Nesse caso, use inseticidas piretroides.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Adubação: Aplique NPK 20-20-20 ou qualquer outro adubo com macronutrientes equilibrados e boa dosagem de micronutrientes de 15 em 15 dias. Aplique tanto nas folhas quanto nas raízes.

Floração: Ocorre no inverno/primavera. Emite uma haste floral curta nas axilas das folhas, portando até 10 flores de 6 centímetros de diâmetro, com todos os segmentos brancos.

Status ecológico: Corre risco de extinção na natureza.
Abraço orquidófilo!

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Dendrobium uniflorum

Dendrobium uniflorum

Origem: Sudeste da Ásia, Tailândia, Vietnã, Malaísia e Filipinas.

Ambiente: Quente e seco durante o dia e queda significativa de temperatura e aumento de umidade durante a noite. Gosta de locais com boa ventilação.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Luminosidade: Gosta de boa luminosidade. Pode ser cultivada sob árvores ou usando-se telado com proteção entre 50% e 70%.

Características: É uma orquídea epífita, com pseudobulbos de até 70 centímetros de comprimento, com folhas alternas, lanceoladas, verde brilhantes a verde-amareladas, dependendo da luminosidade.

Tipo de substrato: Pode ser cultivada diretamente em troncos de árvores, em tocos de madeira ou cachepôs de madeira com casca de pinho ou peroba.

Regas: Diárias.

Doenças e pragas: É bastante resistente a doenças. As pragas mais comuns são os pulgões, principalmente na fase de brotação das folhas e dos botões florais. Pode-se fazer um controle manual ou aplicar detergente líquido diluído em água.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Adubação: Use NPK 10-10-10 ou qualquer outro adubo com macronutrientes equilibrados e com boa dose de macronutrientes, de 15 em 15 dias.

Floração: Ocorre na primavera. Emite botão único entre os nós dos pseudobulbos, com pétalas e sépalas branco-leitosas e labelo amarelo-esverdeado com estrias brancas.

Status ecológico: Corre risco de extinção na natureza.

Abraço orquidófilo!

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Phalaenopsis lueddmaniana

Phalaenopsis lueddmaniana

Origem: Filipinas.

Ambiente: Quente, úmido e bem ventilado.

Luminosidade: Gosta de ambientes sombreados como varandas ou sob árvores bem frondosas.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Características: É uma espécie com hábitos epífitas, de crescimento monopodial, apresentando várias raízes aéreas, com folhas largas, obovais, verde-escuras.

Tipo de substrato: Pode ser plantada diretamente em troncos de árvores, principalmente de casca rugosa, ou em vasos plásticos com esfagno ou fibra de casca de coco misturadas à cascas de pinho ou peroba.

Regas: Diárias. Gosta de regas abundantes,

Doenças e pragas: É uma orquídea bastante resistente a doenças. As pragas mais comuns são as cochonilhas de carapaça e pulgões ( em sua fase de brotação). Ambas as pragas podem ser controladas manualmente ou usando-se inseticidas piretroides.

Adubação: Pode ser feita quinzenalmente, usando-se NPK 10-10-10 ou qualquer outro adubo com macronutrientes equilibrados e com boa dosagem de micronutrientes como ferro e zinco.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Floração: Ocorre na primavera. Emite uma haste floral das axilas das folhas, com cerca de 25 centímetros de comprimento, portando até 15 flores de 5 centímetros de diâmetro, com pétalas e sépalas amarelo-esverdeado, fortemente maculadas de púrpura, labelo diminuto e de mesma coloração.

Status ecológico: Em risco de extinção na natureza.

Abraço orquidófilo!

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Cattleya maxima variedade semi-alba

Cattleya maxima variedade semi-alba

Origem: Equador e Peru.

Ambiente: Quente, úmido e bem arejado.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Luminosidade: Gosta de meia-sombra a locais mais sombreados. Pode ser cultivada sob árvores ou usando-se telado com proteção de 80%.

Características: É uma orquídea de hábitos epífitas, com pseudobulbos claviformes de 30 centímetros de comprimento, sulcados, com uma folha lanceolada de 20 centímetros de comprimento, verde-escura.

Tipo de substrato: Pode ser plantada diretamente nos troncos das árvores, em tocos de madeira ou em cachepôs de madeira com uma mistura de casca de peroba ou pinho e fibra de casca de coco.

Regas: Diárias.

Doenças e pragas: Assim como a maioria das Cattleyas, essa espécie é vulnerável à doenças fúngicas como a "podridão-negra" e a "ferrugem". O importante é observar bem sua orquídea. A "podridão-negra" causa escurecimento e amolecimento dos pseudobulbos. Quanto antes for detectada, melhor chance de sobrevivência de sua orquídea. Quando detectada, corte a parte afetada da planta, isole-a das outras, e trate com fungicida específico, recomendado por um agrônomo. A "ferrugem", apresenta círculos amarelos com textura semelhante ao ferrugem. Corte a parte afetada e trate da mesma maneira da doença anterior.
As pragas mais comuns são as cochonilhas e os pulgões. As cochonilhas devem ser extirpadas usando-se óleo de nim ou inseticida piretroide. Os pulgões podem controlados manualmente ou usando-se detergente líquido diluído em água.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Adubação: Use NPK 20-20-20 ou qualquer outro adubo com macronutrientes equilibrados e com boa dosagem de micronutrientes, de 15 em 15 dias. Nunca exceda a dosagem recomendada pelo fabricante.

Floração: Ocorre na primavera. Haste floral com até 5 flores de 12 centímetros de diâmetro, com pátalas e sépalas brancas e labelo branco sulcado de lilás e amarelo.

Status ecológico: Em risco de extinção na natureza.

Abraço orquidófilo!


quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Cattleya mossiae variedade semi-alba

Cattleya mossiae variedade semi-alba


Origem: Venezuela.

Ambiente: Quente e úmido.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves

Luminosidade: Gosta de boa luminosidade. Pode ser cultivada sob árvores ou sob telado com proteção entre 50% e 70%.

Características: É uma orquídea epífita, com pseudobulbos eretos, fusiformes, compridos e sulcados, com cerca de 25 centímetros de comprimento, portanto uma folha oblonga, coreácea, de 30 centímetros, verde-brilhante.

Tipo de substrato: Pode ser cultivada em tocos de madeira, diretamente em troncos de árvores, ou em cachepôs de madeira com cascas de pinho ou de peroba.

Regas: Diárias.

Doenças e pragas: As principais doenças são causadas por fungos e vírus. No caso das primeiras, pode acontecer a contaminação por excesso de umidade no substrato. A parte afetada deve ser podada e tratada com fungicida específico, e a planta deve ser isolada.
No caso das doenças de origem viral, a planta deve ser queimada para não contaminar as outras, pois, ainda não existe tratamento para elas.
As principais pragas são as cochonilhas, que podem ser eliminadas usando-se óleo de nim ou inseticida piretroide.


Adubação: Use NPK 20-20-20 ou qualquer outro adubo de boa qualidade com macronutrientes equilibrados e boa dosagem de micronutrientes, de 15 em 15 dias.

Floração: Ocorre na primavera. Flor grande de cerca de 16 centímetros de diâmetro, com sépalas e pétalas brancas e labelo branco com fundo amarelo e detalhe lilás.

Status ecológico: Em risco de extinção em seu habitat natural.

Abraço orquidófilo!







sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Brassia rex

Brassia rex

Ambiente: Quente, úmido e com boa ventilação.

Luminosidade: Aprecia meia-sombra. Pode ser cultivada sob árvores ou com telado de proteção de 70%.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Características: É um híbrido primário, epífita, de duas espécies: Brassia verrucosa e Brassia gireoudiana. Possui pseudobulbos com cerca de 10 centímetros de comprimento, portando duas folhas lanceoladas, verde-brilhantes.

Tipo de substrato: Pode-se usar cachepôs de madeira com uma mistura de casca de pinho ou peroba com fibra de casca de coco.

Regas: Diárias, nos dias quentes e de dois em dois dias, nos dias frios.

Doenças e pragas: A doença mais comum é a "podridão-negra", causada por fungos. Ela enegrece e amolece os pseudobulbos, matando-os e se espalhando para toda a planta. Quando isso acontecer, se for detectado no início, corte a parte afetada, trate com fungicida específico recomendado por agrônomo, e isole a planta. Se o ataque for intenso, fica quase irremediável.
As pragas mais comuns são os pulgões, na fase de brotação. Pode ser feito um controle manual ou usando-se detergente líquido diluído em água.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Adubação: Use NPK 20-20-20 ou qualquer outro adubo com macronutrientes equilibrados e boa dosagem de micronutrientes de 15 em 15 dias. Nunca exceda a dosagem recomendada pelo fabricante.

Floração: Ocorre na primavera/verão. Emite uma haste floral no ápice dos pseudobulbos, com até 50 centímetros, portando até 15 flores de 10 centímetros de diâmetro, com pétalas e sépalas delgadas, verde-claras, pintalgadas de marrom-púrpura, e labelo verde-claro.

Status ecológico: Híbrido produzido em larga escala.

Abraço orquidófilo!

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Dendrobium anosmum

Dendrobioum anosmum

Origem: Sudeste da Ásia, Sri lanka e Nova Guiné.

Ambiente: Gosta de locais quentes e secos durante o dia e frios e úmidos durante a note, bem ventilados.

Luminosidade: Gosta de locais com boa luminosidade. Pode ser cultivada sob árvores ou usando-se telado de proteção entre 50% e 70%.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Características: É uma orquídea epífita, com pseudobulbos de até 50 centímetros com folhas alternas, lanceoladas, verde-brilhantes.

Tipo de substrato: Pode ser cultivada diretamente em troncos de árvores, em vasos cerâmicos ou cachepôs de madeira com fibra de casca de coco misturada com casca de pinho ou peroba.

Regas: Diárias. deve-se apenas observar que a partir do mes de julho essa rega deve ser limitada a tres ou quatro vezes por semana, voltando ao normal depois da brotação dos botões florais.

Doenças e pragas: É bastante resistente a doenças.
As pragas mais comuns são os pulgões. esses podem ser controlados usando-se detergente líquido diluído em água.




    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos



Adubação: Use adubo com macronutrientes equilibrados como NPK 10-10-10, por exemplo, e que tenham boa dosagem de micronutrientes, de 15 em 15 dias.

Floração: Ocorre entre os meses de setembro e outubro. Emite pequenas hastes florais nos entrenós dos pseudobulbos, portando até 3 flores em cada entrenó. Flores com todos os seguimentos lilás e labelo com uma tonalidade lilás mais escura no centro.

Status ecológico: Sem risco de extinção.
Abraço orquidófilo!

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Hexizea imbricata

Hexizea imbricata

Sinônimo botânico: Scaphyglotis imbricata.

Origem: México, América Central e América do Sul.

Ambiente: Quente, úmido e bem ventilado.

Luminosidade: Gosta de meia-sombra. Pode ser cultivada  sob árvores ou usando-se telado com proteção de 70%.

Características: É uma orquídea de hábitos epífitas ou rupícolas. Apresenta crescimento desorientado, com pseudobulbos de cerca de 6 centímetros, com folhas lanceoladas, alternas, de cerca de 20 centímetros, verde-brilhantes. É uma espécie de difícil cultivo.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Tipos de substratos: Pode ser cultivada diretamente em troncos de árvores ou em cachepôs de madeira com uma mistura de fibra de casca de coco e casca de pinho ou peroba.

Regas: Diárias. É muito importante manter a umidade do local.

Doenças e pragas: A doença mais comum é a "ferrugem", causada por fungo. Em casos assim, é melhor podar a parte afetada e isolar a planta. Combata usando fungicida específico, recomendado por um agrônomo. 
As principais pragas são as cochonilhas e percevejos. Use inseticida piretroide.

Floração: Ocorre no verão/outono. Emite uma haste floral no ápice dos pseudobulbos, portando até 7 flores de 3 centímetros de diâmetro com todos os segmentos vermelhos.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço orquidófilo!

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Vanda lamellata

Vanda lamellata

Origem: Taiwan, Borneo e Filipinas.

Ambiente: Quente, bastante úmido e bem ventilado.

Luminosidade: Prefere locais com boa luminosidade. O ideal é que esta varie entre 50% e 70%.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Características: É uma orquídea epífita, de crescimento monopodial (cresce na vertical), raízes, em sua maioria, aéreas, folhas lanceoladas, vincadas, alternas, verde-brilhantes.

Tipo de substrato: Gosta de cachepôs de madeira com pouco substrato, que pode ser casca de pinho ou de peroba. Suas raízes são aéreas, pois necessitam de boa respiração.

Regas: Em dias frios, uma vez por dia; em dias quentes, duas ou três vezes por dia.

Doenças e pragas: É uma orquídea bem resistente a doenças, mas pode ser atacada por doenças fúngicas como a "ferrugem". Use fungicida específico, recomendado por um agrônomo.
As pragas mais comuns são as cochonilhas e pulgões, principalmente em sua fase de brotação. No caso dos pulgões, combata-os com detergente líquido diluído em água. As cochonilhas precisam de inseticidas piretroides ou óleo de nim.




    Foto: Evandro Carlos ferreira dos Santos


Adubação: Use NPK 20-20-20 ou qualquer outro adubo com macronutrientes equilibrados de 15 em 15 dias. Tome cuidado de molhar bastante as folhas e raízes. Unca exceda a dosagem recomendada pelo fabricante.

Floração: Acontece no verão, mas pode surgir mais de uma vez por ano se estiver saudável. Emite uma haste floral nas axilas das folhas, com cerca de 30 centímetros, portando até 15 flores de 6 centímetros de diâmetro, com pétalas e sépalas amarelo-creme, fortemente maculadas de marrom. Labelo pequeno, marrom com detalhe lilás.

Status ecológico: Raro, mas sem risco de extinção.

Abraço orquidófilo!


quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Brassavola nodosa

Brassavola nodosa

Origem: Brasil, México, guatemala, Belize, El Salvador, Honduras, Nicarágua, Costa Rica e Venezuela.

Ambiente: Quente e úmido.

Luminosidade: Gosta de ambientes sombreados. Pode ser cultivada sob árvores bem copadas ou usando-se telado com proteção de 80%.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Características: É uma orquídea epífita, com pseudobulbos curtíssimos, folhas cilíndricas, lanceoladas, vincadas longitudinalmente, verde-brilhantes.

Tipos de substratos: pode ser cultivada diretamente em troncos de árvores, em palitos de casca de fibra de coco ou em toquinhos de madeira.

Regas: Em dias frios, uma vez por dia; em dias quentes, duas vezes por dia.

Doenças e pragas: Raramente é acometida de alguma doença, normalmente causadas por fungos. use sulfato de cobre na proporção de um grama por litro de água, juntamente com a adubação  uma vez por mês.
As pragas mais comuns são as cochonilhas que se abrigam entre as bainhas na base das folhas. use insetcida específico ou óleo de nim.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira da Silva


Adubação: Use NPK 10-10-10 ou qualquer outro adubo com macronutrientes equilibrados de 15 em 15 dias. Nunca exceda a dosagem recomendada pelo fabricante.

Floração: Ocorre no verão/outono. Emite uma haste floral na base da folha, por entre a bainha, com cerca de 20 centímetros de comprimento, portanto até 5 flores de 6 centímetros de diâmetro, com pétalas e sépalas delgadas, branco-esverdeadas e labelo cordiforma, largo, branco.

Status ecológico: Sem risco de extinção.
Abraço orquidófilo!


quinta-feira, 30 de julho de 2015

Cyrtopodium eugenii

Cyrtopodium eugenii

Origem: Brasil central, nos estados de Minas Gerais, Goiás e norte de São Paulo.

Ambiente: Quente e seco durante o dia, úmido e com queda de temperatura durante a noite.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Luminosidade: Intensa. Pode ser cultivada sob sol direto ou com telado de proteção de 50%.

Características: É uma espécie terrestre ou rupícola com pseudobulbos de até 30 centímetros de altura, amarelados, com riscos horizontais escuros, portando folhas lanceoladas, alternas, verde-fosco. As Folhas caem no inverno, um pouco antes de florescer.

Tipo de substrato: Gosta de solos ácidos como aqueles encontrados no alto cerrado. Use vasos plásticos ou cerâmicos com uma mistura de terra vermelha ou amarela e pedras. Não se esqueça de colocar cacos de telha ou tijolos no fundo para facilitar a drenagem.

Regas: Em dias frios, regue uma vez a cada dois dias. Em dias quentes, regue todos os dias.

Doenças e pragas: É uma espécie muito resistente a doenças e pragas em geral.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira da Silva


Adubação: Use adubo orgânico rico em nitrogênio na fase de brotação e de crescimento dos pseudobulbos e folhas, o que ocorre na primavera e verão.

Floração: Ocorre nos meses de julho e agosto. Emite uma haste floral da base dos pseudobulbos, com até 80 centímetros de altura, portando até 30 flores alternadas, com 4 centímetros de diâmetro, com sépalas e pétalas amarelas, fortemente maculadas de marrom e labelo amarelo-ouro.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço orquidófilo!


quarta-feira, 22 de julho de 2015

Coelogyne tomentosa

Coelogyne tomentosa

Sinônimo botânico: Coelogyne massangeana.

Origem: malásia, Sumatra, Borneo e Java.

Ambiente: Quente e seco durante o dia e frio e úmido durante a noite. Gosta de locais bem ventilados.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Luminosidade: Aprecia locais bem sombreados. Pode ser cultivada sob varandas, árvores bem copadas ou usando telado com proteção de 80%.

Características: É uma orquídea epífita, com pseudobulbos periformes, sulcados, verde-amarelados, encimados por duas folhas lanceoladas, vincadas, com cerca de 30 centímetros de comprimento, verde-brilhantes.

Tipo de substrato: Pode ser cultivada em palitos de fibra de casca de coco ou cachepôs de madeira com uma mistura de fibra de casca de coco ou esfagno e casca de peroba ou pinho.

Regas: Devem ser feitas o suficiente para manter o substrato semi-úmido.

Doenças e pragas: As principais doenças são causadas por fungos, como por exemplo, a ferrugem ou a podridão-negra. Quando o ataque acontece o ideal é podar a parte afetada e isolar a planta. Combata usando um fungicida específico recomendado por um agrônomo.
As pragas mais comuns são pulgões (na fase de brotação), cochonilhas e percevejos. Dessas a mais dificil de ser detectada e combatida são as cochonilhas. Use óleo de nim. As outras podem ser combatidas usando-se detergente líquido diluído em água.

Adubação: Use adubo com macronutrientes equilibrados, como NPK 10-10-10, e, dentro do possível, com boa quantidade de micronutrientes (ferro, zinco, por exemplo).



                      Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Floração: Ocorre no verão/outono. As hastes florais medem até 60 centímetros de comprimento e, na maioria dos casos, são pendentes, portando de 15 a 30 flores de 3 centímetros de diâmetro, com sépalas e pétalas amarelo-creme, quase ocre e labelo marrom-amarelado.

Status ecológico: Sem risco de extinção.
Abraço orquidófilo!

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Zygopetalum crinitum

Zigopetalum crinitum

Origem: Brasil.

Ambiente: Clima quente, ambiente fresco e com um pouco de umidade.

Luminosidade: Gosta de ambientes sombreados. Se cultivados sob telado de proteção, use sombrite de 80%.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Características: É uma espécie terrestre, podendo mais raramente ocorrer sob forma epífita, com pseudobulbos de 6 centímetros, emcimados por duas ou três folhas lanceoladas de cerca de 35 centímetros de comprimento, verde-brilhantes.

Tipos de substratos: O substrato pode ser preparado usando-se terra, pequenas cascas de madeira e carvão vegetal.

Regas: O importante é manter o substrato semi-úmido.

Doenças e pragas: Podem ser atacadas por doenças fúngicas como a "ferrugem". Nesse caso, o ideal é cortar fora a parte afetada, isolar a planta e usar fungicida específico, recomendado por um agrônomo. Uma dica que sempre damos é a utilização de sulfato de cobre juntamente com a adubação de forma preventiva.
As pragas mais comuns são os pulgões, de fácil controle, podendo, inclusive, ser controlados manualmente ou utilizando-se detergente líquido diluído em água; as cochonilhas já são mais difíceis de controlar e exigem uma maior observação para serem detectadas, uma vez que se alojam nas juntas entre as folhase os pseudobulbos. Utilize inseticidas piretroides.


    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Adubação: A melhor adubação para orquídeas terrestres ainda é a orgânica e pode ser realizada mensalmente.

Floração: Emite uma haste floral com cerca de 50 centímetros de altura com 5 a 7 flores de cinco centímetros de diâmetro com pétalas e sépalas verdes, fortemente maculadas de marrom. O labelo é obovoide branco, com estrias púrpuro-azuladas. Floresce normalmente entre junho e setembro.

Status ecológico: Em risco de extinção na natureza.
Abraço orquidófilo!

domingo, 5 de julho de 2015

Epidendrum revolutum

Epidendrum revolutum

Origem: Brasil, nos estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro.

Ambiente: Quente durante o dia, com queda significativa de temperatura à noite. Lugares úmidos bem ventilados.


                      Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Luminosidade: Gosta de locais sombreados, podendo ser cultivados sob varandas ou telado com proteção de 80%.

Características: É uma orquídea epífita, com caule que pode chegar a um metro de altura, com folhas opostas, coriáceas, lanceoladas, verde-brilhantes.

Tipo de substrato: Pode ser cultivada em palitos de fibra de casca de coco, toquinhos de madeira, ou em cachepôs de madeira com fibra de casca de coco e casca de pinho ou peroba.

Regas: Diariamente em dias quentes e de dois em dois dias nos dias frios. Se for plantada em toquinhos de madeira, pode ser regada duas vezes ao dia.

Doenças e pragas: É uma espécie bastante resistente a doenças. Sua principal praga são os pulgões, principalmente em sua fase de brotação. O controle pode ser manual ou usando-se detergente líquido diluído em água.


                      Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Adubação: Use NPK 20-20-20, ou qualquer outro adubo com macronutrientes equilibrados, quinzenalmente. A adubação orgânica pode ser feita, mas é preciso maior experiência pois pode conter alguns fungos que podem causar doenças, exigindo uma observação mais detalhada.

Floração: Acontece no fim do verão e início do outono. Apresenta uma haste floral no ápice do caule, com até 22 centímetros, portando até 30 flores de 2 centímetros de diâmetro com pétalas e sépalas lilás-amarronzado e labelo lilás.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço orquidófilo!

domingo, 7 de junho de 2015

Bulbophylum guttulatum

Bulbophylum guttulatum

Origem: Himalaia e Vietnã.

Ambiente: Quente e úmido durante o dia com queda significativa de temperatura à noite. É importante manter boa ventilação.

Luminosidade: Prefere locais com bastante luminosidade. Use telado com proteção de 50%.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Características: É uma orquídea epífita, com pseudoblbos cônicos de cerca de 10 centímetros, amarelados, encimados por uma folha verde-clara, de 20 centímetros, com um vinco central.

Tipo de substrato: Pode ser cultivada em cachepôs de madeira com uma mistura de casca de pinho com fibra de casca de coco.

Regas: Diárias. É bom manter o substrato úmido.

Doenças e pragas: É uma orquídea bem resistente a doenças.
As pragas mais comuns são os pulgões, principalmente na fase de brotação. Faça um controle manual ou use detergente líquido diluído em água.




    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Adubação: Use NPK 10-10-10 ou qualquer outro adubo com macronutrientes equilibrados de 15 em 15 dias. Nunca exceda a dose recomendada pelo fabricante.

Floração: Ocorre no outono/inverno. Emite uma haste floral na base do pseudobulbo, com cerca de 20 centímetros de comprimento, contendo de 3 10 flores com 3 centímetros de diâmetro, com pétalas e sépalas cor maarelo-creme, salpicadas de lilás, com labelo creme com o centro lilás.

Status ecológico: Corre risco de extinção na natureza.

Abraço orquidófilo!

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Doritis pulcherrima

Doritis pulcherrima

Sinônimo botânico: Phalaenopsis pulcherrima.

Origem: Leste da Ásia.

Ambiente: Quente, úmido e bem ventilado.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Luminosidade: Branda. Gosta de locais sombreados. Pode ser cultivada sob árvores bem copadas, varandas ou sob telado com proteção de 70% ou 80%.

Características: É uma orquídea epífita, de crescimento monopodial, com folhas lanceoladas opostas, coriáceas, verde-escuras.

Tipo de susbtrato: Pode ser cultivada em cachepôs de madeira ou vasos cerâmicos com fibra de casca de coco, esfagno e casca de pinho ou peroba.

Regas: Diárias. O substrato deve permanecer úmido.

Doenças e pragas: É acomedida por doenças fúngicas como a "podridão-negra" ou "ferrugem". Nesses casos, a parte afetada deve ser amputada e a planta isolada. O tratamento deve ser feito com fungicida específico recomendado por um agrônomo. Como prevenção, pode-se usar sulfato de cobre na proporção de um grama por litro de água juntamente com a adubação.


    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Adubação: Deve ser feita quinzenalmente, usando-se NPK 20-20-20 ou qualquer outro adubo com macronutrientes equilibrados. Nunca exceda a dose recomendada pelo fabricante.

Floração: Ocorre no outono/inverno, normalmente, mas pode florescer em outras épocas do ano, desde que bem nutrida. Emite uma haste floral de cerca de 40 centímetros com até 15 flores de 6 centímetros de diâmetro, com pétalas, sépalas e labelo lilás.

Status ecológico: Em extinção na natureza.

Abraço orquidófilo!

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Oncidium stacyi

Oncidium stacyi

Origem: Bolívia e Peru.

Sinônimos científicos: Trichocentrum stacyi, Cohniella stacyi.

    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ambiente: Quente e úmido durante o dia, com queda significativa de temperatura durante a noite. Local bem ventilado.

Luminosidade: Gosta de meia-sombra. Pode-se cultivá-lo sob árvores pouco frondosas ou usar tela de sombreamento entre 50% e 70% de proteção.

Características: É uma orquídea epífita, com pseudobulbos muito pequenos, seguidos de uma folha cilíndrica, semelhante à da cebola, pendentes, verde-escura.

Tipo de substrato: Pode ser cultivada em toquinhos de madeira, diretamente em troncos de árvores ou em cachepôs de madeira com casca de peroba ou pinho, lembrando que nesse último o enraizamento é mais lento.

Regas: Diárias.

Doenças e pragas: É uma orquídea bem resistente a doenças. A praga mais comum são as cochonilhas. Pode-se fazer um controle manual e, em último caso, usar inseticidas piretroides.



    Foto: Evandro Carlos Fereira dos Santos


Adubação: Use NPK 10-10-10 ou qualquer outro adubo com macronutrientes equilibrados, quinzenalmente. Não se esqueça de seguir a dosagem recomendada pelo fabricante.

Floração: Acontece no outono/inverno. Emite uma haste floral na base dos pseudobulbos, com até 40 centímetros de comprimento, portando até 12 flores de 5 centímetros de diâmetro, com pétalas e sépalas marrom-acobreadas, pintalgadas de amarelo, e labelo amarelo.

Status ecológico: Raro na natureza.

Abraço orquidófilo!

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Sophronitis wittigiana

Sophronitis wittigiana

Sinônimo científico: Sophronitis brevipendunculata.

Origem: Estado de Minas Gerais, Brasil.

Ambiente: Quente, úmido e bem ventilado.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Luminosidade: Gosta de locais sombreados. Pode ser cultivada sob árvores bem copadas ou sob telado com proteção de 80%.

Características: É uma orquídea epífita, com pseudobulbos de 2 centímetros bem colados um ao outro, encimados por uma folha lanceolada de cerca de 3 centímetros, verde-escura.

Tipo de substrato: Pode ser cultivada em toquinhos de madeira.

Regas: Diárias no outono e inverno e duas vezes por dia na primavera e verão.

Doenças e pragas: As doenças mais comuns são aquelas provocadas por fungos como  "podridão-negra" ou a "ferrugem". Em caso de ataque, corte fora a parte afetada e isole a planta. trate com fungicida específico recomendado por um agrõnomo. Como prevenção use sulfato de cobre na medida de 1 grama por um litro de água, juntamente com a adubação.
As pragas mais danosas contra essa orquídea são as cochonilhas que se instalam entre os pseudobulbos, espalhando-se pelas folhas. Faça um controle manual e em último caso use inseticidas piretroides.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Adubação: Utilize NPk 20-20-20 ou qualquer outro adubo com macronutrientes equilibrados quinzenalmente. Nunca exceda a dose recomendada pelo fabricante.

Floração: Ocorre no outono e inverno. Emite uma curta haste floral no ápice do pseudobulbo, contendo de 1 a 4 flores de 5 centímetros de diâmetro, com pétalas, sépalas e labelo na cor rósea-avermelhada.

Status ecológico: Em risco de extinção na natureza.

Abraço orquidófilo!