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quinta-feira, 20 de abril de 2017

Cultivo de orquídeas

Cultivo de orquídeas


     Foto: Maria do Carmo Silva

O cultivo de orquídeas é visto pelos inciantes como um bicho-de-sete-cabeças. Talvez não seja o mais simples, mas não é difícil cultivá-las belas e com florações periódicas. Alguns cuidados básicos podem ser tomados no que diz respeito à espécie, ao ambiente, à luminosidade, às regas, ao tipo de substrato e ao tipo de vaso.


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    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Uma dica importante para a aquisição de orquídeas é comprá-las de fornecedores confiáveis, com boa experiência do mercado e (muito importante) que sejam honestos e não vendam "gato por lebre" e nem plantas doentes.
Quando for comprar, converse com o vendedor sobre as características da espécie que está adquirindo, dados importantes como os supracitados: luminosidade, regas, etc.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Para ajudá-lo em sua caminhada daremos algumas dicas que podem ser preciosas. Vamos separar por tópicos as principais dúvidas para que você consiga escolher a melhor forma de cuidar de sua orquídea.



    Foto; Daniel Carvalho Gonçalves


Tipo de substrato
O substrato varia de acordo com a espécie. Existem espécies de orquídeas terrestres como, por exemplo, a Arundina graminifolia e a Pelexia macropoda. O substrato ideal é uma mistura de terra comum, carvão vegetal ou cinza e Esterco de curral ou compostagem.
A maioria das espécies são epífitas, ou seja, vivem em árvores. O substrato desse tipo de orquídea pode variar, desde o tronco de árvores vivas, toquinhos de madeira, vasos plásticos ou cerâmicos ou cachepôs de madeira com mistura de fibra de casca de coco, casca de peroba ou pinho. Entre essas encontramos os gêneros Cattleya, Schomburgkia, Sophronittis, etc.
Existem ainda espécies rupícolas, ou seja, vivem em meio a detritos em pedras, como por exemplo, a Laelia duveenii e a Bulbophylum weddelii. O substrato pode ser uma mistura de pedriscos com fibra de casca de coco, por exemplo.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Luminosidade
Existem espécies de orquídeas que preferem sombra como é o caso dos híbridos de Phalaenopsis e as micro-orquídeas, por exemplo.
A maioria gosta de meia-sombra como as Cattleya, Sophronittis e Vanda.
Outras espécies podem ser cultivadas em sol pleno como alguns Catacetum, Arundina, Dendobrium, por exemplo.




    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Regas
As regas devem ser controladas de acordo com as espécie e do tipo de substrato. Em geral as orquídeas gostam de ser molhadas mas não de ficarem encharcadas. A rega deve ser feita o suficiente para manter o substrato úmido. Se o substrato usado for toquinhos de madeira, vasos cerâmicos ou cachepôs de madeira com a mistura já citada, a rega pode ser diária. vasos plásticos retém mais umidade, de forma que a rega pode ser de dois em dois dias, por exemplo. Algumas espécies como o Dendrobium nobile e seus híbridos, precisam sofrer choque hídrico para florescerem. Faça isso reduzindo drasticamente a rega durante dois meses que precedem a floração.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Adubação
A adubação é um fator preponderante para uma boa floração. Podemos fazê-la com adubos orgânicos ou químicos. Para os iniciantes, lidarem com o adubo químico é mais fácil, bastando seguir a dosagem recomendada pelo fabricante. O adubo orgânico é mais ecológico, mas pode trazer algumas implicações como doenças fúngicas, para as quais o novato ainda não está preparado.

Esse blog tem por objetivo facilitar o cultivo dessas maravilhas. vai encontrar aqui uma ficha de acordo com cada espécie e dicas preciosas para cultivá-la. Identifique suas espécies e a forma ideal de cultivá-la. Se tiver quaisquer dúvidas, use os comentários para esclarecê-las. Suas respostas serão enviadas prontamente.
Abraço orquidófilo!

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