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quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Bulbophylum rotschildianum

Bulbophylum rotschildianum

Origem: Índia.

Ambiente: Quente, úmido e bem ventilado.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Luminosidade: Gosta de ambientes mais sombreados, com pouca incidência de luz solar direta.

Características; É uma orquídea epífita, sem pseudobulbos com folhas ovaladas, coreáceas, verdes-brilhantes.

Tipo de substrato: Pode-se usar cachepôs de madeira com uma mistura de fibra de casca de coco e casca de pinho ou peroba.

Regas: Diárias.

Doenças e pragas: As doenças mais comuns são as causadas por fungos como a "podridão-negra", por exemplo. O ideal, nesse caso, é cortar as folhas afetadas, isolar a planta e tratar com fungicida específico recomendado por um agrônomo.
As pragas mais comuns são as cochonilhas, devido à umidade. Combata usando inseticidas piretroides.



                                               Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Adubação: Faça a adubação orgânica afastada uns 10 centímetros da base da planta.

Floração: Ocorre no outono/inverno. Emite uma haste floral portando até 5 flores de 6 centímetros de comprimento, com formato exótico e coloração cárnea.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço orquidófilo!

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Oncidium twinkle yellow

Oncidium twinkle yellow

Origem: É um híbrido de laboratório.

Ambiente: Gosta de locais úmidos, quentes.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Luminosidade: Gosta de meia-sombra. Utilize a sombra de árvores, varandas ou telado com proteção superior a 70%.

Características: É uma orquídea híbrida, resultante do cruzamento entre outras Oncidiuns. Possui hábitos epífitas. Pseudobulbos com cerca de 6 centímetros, achatados lateralmente, com uma ou mais folhas lanceoladas, vincadas, verdes-claras.

Tipo de substrato: Pode ser plantada diretamente em troncos de árvores ou em cachepôs de madeira com uma mistura de fibra de casca de coco, casca de peroba ou pinho.

Regas: Diárias.

Doenças e pragas: Pouco suscetível a doenças. As pragas mais comuns são os ácaros e pulgões. Podem ser combatidos facilmente utilizando uma mistura de detergente líquido e água.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Adubação: Use adubo com macronutrientes equilibrados como NPK 10-10-10, por exemplo; e com boa dosagem de micronutrientes como ferro e zinco. Adube quinzenalmente.

Floração: Pode ocorrer mais de uma vez por ano, dependendo da saúde da planta. Emite uma haste floral com cerca de 30 centímetros, portando até 50 flores de 2 centímetros de diâmetro, com todos os segmentos amarelos.

Status ecológico: Não é encontrado na natureza por ser um híbrido.
Abraço orquidófilo!

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Paphiopedilum kolopakingii album

Paphiopedilum kolopakingii album

Origem: Sudeste asiático.

Ambiente: Quente, úmido e bem arejado.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Luminosidade: Gosta de locais sombreados. Pode ser cultivado sob árvores com boa copa, em varandas ou usando-se telado com proteção superior a 70%.

Características: É uma orquídea de hábitos terrestres, rupestres ou epífitas, formando pequenas moitas, com folhas lanceoladas, vincadas ao centro, dispostas em rosetas, verdes-escuras.

Tipo de substrato: utilize vasos plásticos, com uma mistura de fibra de casca de coco, carvão vegetal e casca de pinho ou peroba.

Regas: Diárias.

Doenças e pragas: As doenças mais comuns são as causadas por vírus como, por exemplo, a "ferrugem". O ideal é podar a parte afetada, isolar a planta e tratar com fungicida específico recomendado por um agrônomo. Como preventivo, use sulfato de cobre na proporção de 1 grama por litro de água, juntamente com a adubação.
As pragas mais comuns nessa orquídea são os pulgões, principalmente na fase de brotação. Elimine-os com uma mistura de detergente líquido e água.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Adubação: Utilize NPK 20-20-20, quinzenalmente. faça essa adubação nas raízes e folhas.

Floração: se bem cuidada, pode florescer mais de uma vez por ano. Emite uma haste floral com duas ou três flores de 8 centímetros de diâmetro com todos os segmentos quase brancos, mas ainda com os riscos naturais dessa planta podendo serem observados na flor.

Status ecológico: Rara.

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quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Ceratostylis rubra

Ceratostylis rubra

Origem: Filipinas.

Ambiente: Quente, úmido e bem ventilado.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Luminosidade: Meia-sombra. Pode ser cultivada sob árvores de boa sombra ou usando-se telado com proteção de 70%.

Características: É uma orquídea epífita, sem pseudobulbos, com folhas lanceoladas, vincadas ao centro, coreáceas, verdes-brilhantes.

Tipo de substrato: pode ser cultivada diretamente em troncos de árvores ou em cachepôs de madeira com uma mistura de fibra de casca de coco e casca de peroba ou pinho.

Regas: Em dias frios, uma vez por dia; em dias quentes, duas vezes por dia.

Doenças e pragas: As doenças mais comuns são as causadas por fungos, como, por exemplo, a "podridão-negra". Nesse caso, o ideal é cortar fora a parte afetada, isolar a planta e tratar com fungicida específico, recomendado por um agrônomo. Como preventivo, pode-se usar 1 grama de sulfato de cobre diluído em um litro de água, junto com a adubação.
A praga mais comum são as cochonilhas que se instalam facilmente nas axilas das folhas. Combata com inseticida piretroide.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Adubação: Pode ser usada a adubação orgânica, utilizando pequenos sacos de adubo orgânico colocados um pouco acima planta, de forma que, ao regar, esse libere adubo em doses pequenas e constantes.

Floração: Pode ocorrer mais de uma vez por ano. Emite botões próximo ao caule. Flores com sépalas, pétalas e labelo alaranjados ou avermelhados. Linda.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

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quarta-feira, 26 de julho de 2017

Epidendrum lemmanii

Epidendrum lemmanii

Origem: Equador.

Ambiente: Quente, úmido e bem ventilado.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Luminosidade: Gosta de locais sombreados. Pode ser cultivada sob árvore de boa sombra ou usando-se telado com proteção acima de 70%.

Características: É uma orquídea epífita, sem pseudobulbos, com um caule de até 80 centímetros de comprimentos, portando folhas ovaladas, coreáceas, alternas, verdes-lustrosas.

Tipo de substrato: Pode ser plantada diretamente em troncos de árvores ou em vasos ou cachepôs de madeira com uma mistura de fibra de casca de coco e casca de peroba ou pinho.

Regas: Diárias.

Doenças e pragas: As doenças mais comuns são causadas por fungos, como, por exemplo, a "podridão-negra" ou a "ferrugem". O ideal, nesse caso, é cortar a prate afetada e tratar com fungicida específico, recomendado por um agrônomo.
As pragas mais comuns são os pulgões, principalmente na fases de brotação e floração. Podem ser combatidos eficazmente usando-se uma mistura de detergente líquido com água.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Adubação: Utilize NPK 20-20-20 ou outra dosagem de macronutrientes equilibrada, com boa dosagem de micronutrientes como ferro e zinco, quinzenalmente.

Floração: Ocorre no outono/inverno. Emite uma haste floral no ápice do caule com duas a três flores de 5 centímetros de diâmetro, com sépalas, pétalas e labelo amarelo-esverdeado.

Status ecológico: Corre risco de extinção na natureza.

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quarta-feira, 19 de julho de 2017

Trichoglotis phillipinensis

Trichoglotis phillipinensis

Origem: Filipinas.

Ambiente: Quente e seco, durante o dia; frio e úmido, durante a noite. Gosta de locais bem ventilados.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Luminosidade: Meia-sombra. Pode ser cultivada sob árvores ou usando-se telado com proteção de 70%.

Características: É uma orquídea epífita de crescimento monopodial (vertical), com abundantes raízes aéreas, folhas lanceoladas, alternas, verdes-brilhantes.

Tipo de substrato: Pode ser cultivada diretamente em troncos de árvores ou em cachepõs de madeira com casca de pinho ou peroba. sua raízes devem ficar livres.

Regas: Em dias frios, uma vez por dia; em dias quentes, duas ou três vezes por dia.

Doenças e pragas: É bastante resistente a doenças. As principais pragas que a atacam são as cochonilhas e pulgões, principalmente nas fases de brotação e aparecimento dos botões florais.



                      Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Adubação: Pode ser feita a adubação orgânica, utilizando saquinhos de tecido cheios de adubo, suspensos um pouco acima da planta, de modo que, ao regar, adubará lentamente. Ou ode-se usar NPK 10-10-10 ou outro adubo com macronutrientes equilibrados e boa dosagem de micronutrientes, quinzenalmente. É importante a adubação regular, visto que suas raízes são aéreas e quase não retiram nutrientes do ambiente.

Floração: Se estiver bem nutrida, pode florescer mais de uma vez por ano. Emite uma ou mais hastes florais pelo caule, portando única flor de 5 centímetros de diâmetro, com pétalas e sépalas marrom-avermelhadas, com bordas amarelas-creme, labelo lilacíneo.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

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quarta-feira, 12 de julho de 2017

Schomburgkia heidii

Schomburgkia heidii

Origem: Colômbia e Venezuela.

Ambiente: Quente, úmido e bastante ventilado.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Luminosidade: Meia-sombra. Pode ser cultivada sob árvores ou usando-se teladocom proteção entre 50% e 70%.

Características: É uma orquídea epífita, robusta, com pseudobulbos de até 25 centímetros, vincados, amarelo-esverdeados, portando uma folha lanceolada, coreácea, verde-clara, de até 30 centímetros de comprimento.

Tipo de substrato: Pode ser plantada diretamente em troncos de árvores ou em tocos de madeira.

Regas: Diárias.

Doenças e pragas: Essa orquídea é bastante resistente à doenças. As pragas mais comuns são as cochonilhas. para combatê-las use inseticidas piretroides.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Adubação: Utilize adubo com boa dosagem de micronutrientes como ferro e zinco e com macronutrientes equilibrados, como, por exemplo, NPK 20-20-20, quinzenalmente.

Floração: Ocorre no outono/inverno. Emite uma haste floral no ápice do pseudobulbo com até 80 centímetros de comprimento, portando até 10 flores de 5 centímetros de diâmetro, com pétalas e sépalas castanho-avermelhadas e labelo lilacíneo.

Status ecológico: Ameaçada de extinção em seu ambiente natural.
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