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quarta-feira, 28 de junho de 2017

Jumellea sagittata

Jumellea sagittata

Origem: Madagascar.

Ambiente: Quente, úmido e bem arejado.


    Foto; Daniel Carvalho Gonçalves


Luminosidade: Meia-sombra. Pode ser cultivada sob árvores com boa copagem ou usando-se telado com proteção de 70%.

Características: É uma orquídea epífita, de crescimento monopodial, folhas lanceoladas, vincadas ao meio. alternas, verdes-brilhantes, raízes aéreas.

Tipo de substrato: Cachepôs de madeira com uma mistura de fibra de casca de coco com casca de pinho ou peroba. Importante é que não preencha totalmente os espaços, pois suas raízes são aéreas e não gostam de serem sufocadas.

Regas: Em dias frios, uma vez por dia; em dias quentes, duas vezes por dia.

Doenças e pragas: Raramente são atacadas por doenças ou pragas.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Adubação: Use NPK 10-10-10 ou equivalente de 10 em 10 dias. pode-se fazer a adubação orgânica, colocando-se pequenos sacos de tecido envolvendo baixa quantidade de adubo dentro do cachepô, de forma que a adubação aconteça lentamente.

Floração: Ocorre no outono/inverno. Emite uma haste floral com única flor totalmente branca, com cerca de 3 centímetros de diâmetro.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

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quinta-feira, 22 de junho de 2017

Baptistonia echinata

Baptistonia echinata

Origem: Brasil, mais precisamente, na Serra do mar.

Ambiente: Quente, úmido e bem ventilado.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Luminosidade: Meia-sombra.

Características: É uma orquídea epífita, com pseudobulbos com cerca de 8 centímetros, com folhas lanceoladas, verdes-escuras, vincadas centralmente.

Tipo de substrato: Pode ser plantada em cachepôs de madeira ou vasos cerâmicos com uma mistura de fibra de casca de coco e casca de pinho ou peroba.

Regas: Diárias.

Doenças e pragas: São bastante suscetíveis a doenças fúngicas como a "podridão-negra" ou a "ferrugem". O ideal é podar a parte afetada, isolar a planta e tratar com fungicida específico recomendado por um agrônomo. Como preventivo, use 1 grama de sulfato de cobre por um litro de água, juntamente com a adubação.
As pragas mais comuns são os pulgões que podem ser controlados usando-se uma mistura de detergente líquido com água.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Adubação: Use NPK 20-20-20 ou outro adubo com macronutrientes equilibrados de 15 em 15 dias.

Floração: Ocorre no outono/inverno. Emite uma haste floral de até 30 centímetros, portando até 40 flores de 3 centímetros de diâmetro, com pétalas, sépalas e labelo de cor amarela ou marrom-amarelado, pintalgados de marrom.

Status ecológico: Corre risco de extinção na natureza.
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terça-feira, 13 de junho de 2017

Coelogyne lentiginosa

Coelogyne lentiginosa

Origem: Sudeste asiático.

Ambiente: Quente, úmido e bem ventilado.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Luminosidade: De meia-sombra a sombra. Pode-se cultivá-la sob árvores bem protegidas ou usando-se telado com proteção de 80%.

Características: É uma orquídea epífita, com pseudobulbos claviculados, com cerca de 15 centímetros, verdes-claros, encimados por duas folhas lanceoladas, vincadas ao meio, verdes-claras.

Tipo de substrato: Pode ser plantada diretamente em troncos de árvores ou em cachepôs de madeira, usando-se uma mistura de fibra de casca de coco e casca de pinho ou peroba.

Regas: Diárias.

Doenças e pragas: As doenças mais comuns são as causadas por fungos como a "podridão-negra" e a "ferrugem". Para tratar, corte a parte afetada, isole a planta e aplique fungicida específico recomendado por um agrônomo.
A principal praga que ataca essa orquídea são os pulgões, principalmente na época de brotação ou floração. Combata-os utilizando uma mistura de detergente líquido e água.



                Foto; Daniel Carvalho Gonçalves


Adubação: Use NPK 10-10-10 ou outro adubo com macronutrientes equilibrados e com boa dosagem de micronutrientes de 15 em 15 dias. Nunca use dose diferente da recomendada pelo fabricante.

Floração: Ocorre nos meses de abril a junho. Emite uma haste floral de até 15 centímetros, portando até 7 flores com 3 centímetros de diâmetro, com pétalas e sépalas amarelas-creme e labelo da mesma cor com detalhes amarelo ouro e marrom-púrpura.

Status ecológico: Corre risco de extinção na natureza.
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quinta-feira, 8 de junho de 2017

Oncidium ornithorrhynchum

Oncidium ornithorrhynchum

Origem: México, Guatemala, São Salvador e Costa Rica.

Ambiente: Quente e seco durante o dia; frio e úmido durante a noite; bem ventilado.


    Foto; Maria do Carmo Silva


Luminosidade: Meia-sombra. Pode ser cultivado sob árvores ou usando-se telado com proteção de 70%.

Características: É uma orquídea epífita com pseudobulbos com cerca de 5 centímetros de altura, portando duas folhas, com cerca de 25 centímetros de comprimento, lanceoladas, verdes-brilhantes.

Tipo de substrato: Pode ser plantada em cachepôs de madeira com uma mistura de fibra de casca de coco, casca de pinho ou de peroba ou diretamente em troncos de árvores.

Regas: Diárias e de preferência, ao anoitecer.

Doenças e pragas: A doença mais comum nesse tipo de orquídea é a "ferrugem", causada por um fungo. O melhor a fazer é podar a parte afetada, isolar a planta e tratar com fungicida específico recomendado por um agrônomo.
As pragas mais comuns são os pulgões, principalmente na época da brotação. Podem ser combatidos manualmente ou usando-se uma mistura de detergente líquido com água.



         Foto; Daniel Carvalho Gonçalves


Adubação: Use NPK 10-10-10 ou outro adubo com macronutrientes equilibrados e com boa dosagem de micronutrientes como ferro e zinco, por exemplo. A adubação orgânica é recomendável para quem já tem certa experiência no cultivo, pois, pode trazer alguns patógenos que causam doenças.

Floração: Ocorre no outono/inverno. Emite uma haste floral de cerca de 40 centímetros de comprimento, portando até 70 flores de 2 centímetros de diâmetro com pétalas e sépalas lilases-róseas e labelo da mesma cor com uma crista amarelada.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço orquidófilo.

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