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quinta-feira, 26 de maio de 2016

Pelantantheria insectifera

Pelantantheria insectifera

Origem:  Himalaia, Índia, Burma e Vietnã.

Ambiente: Quente e úmido durante o dia, com queda significativa de temperatura à noite.

Luminosidade: Meia-sombra. Pode ser cultivada sob árvores mais copadas ou usando-se telado com proteção de 80%.

Características: É uma espécie epífita, de crescimento monopodial, raízes aéreas. folhas alternadas, oblongas, verde-brilhantes. É uma orquídea não recomendada para iniciantes pelo fato de ser de difícil cultivo.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Tipo de substrato: O ideal é plantá-la em troncos de árvores, mas pode ser cultivada em casca de peroba, por exemplo.

Regas: Em dias quentes, duas vezes por dia. Em dias frios, uma vez por dia.

Doenças e pragas: As doenças mais comuns são as causadas por fungos como a "podridão-negra" e a "ferrugem". Corte a parte afetada, isole a planta e trate com fungicida específico, recomendado por um agrônomo.
As pragas que mais infestam são as cochonilhas e pulgões. Cochonilhas devem ser combatidas usando-se óleo de nim ou inseticida piretroide. Os pulgões podem ser combatidos usando-se detergente líquido diluído em água.

Adubação: Deve ser feita quinzenalmente, usando-se NPK 10-10-10 ou outro adubo com macronutrientes equilibrados e com boa dosagem de micronutrientes como o ferro e zinco, por exemplo. O importante é que seja seguida a dosagem recomendada pelo fabricante. Nunca exceda a dosagem porque pode matar sua planta.

Floração: Ocorre no final do verão e início do outono. Emite uma pequena haste floral na base da folha, portando ate 5 flores de 1 centímetro de diâmetro, com pétalas e sépalas verdes, maculadas de marrom, com labelo lilás.

Status ecológico: Perigo de extinção na natureza.

Abraço orquidófilo!

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Encyclia bracteata

Encyclia bracteata

Origem: Brasil, no litoral do estado da Bahia.

Ambiente: Quente e úmido.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Luminosidade: Meia-sombra. Pode ser cultivada sob telado com proteção de 70%.

Características: É uma espécie epífita, com pseudobulbos aglutinados, cônicos, com cerca de 5 centímetros de altura, portando duas folhas lineares, verde-claras.

Tipo de substrato: Pode ser plantada diretamente em troncos de árvores ou usando-se toquinhos ou casca de árvores como a peroba.

Regas: Diárias.

Doenças e pragas: É bastante resistente a doenças, sendo raramente atacada por doenças fúngicas como a "ferrugem". Nesse caso, isole a planta, corte a parte afetada e trate com fungicida específico, recomendado por um agrônomo.
As pragas mais comuns são as cochonilhas. Trate com inseticidas piretroides.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Adubação: Quinzenal. Use NPK 20-20-20 ou qualquer outro adubo com macronutrientes equilibrados e com boa dosagem de micronutrientes como ferro e zinco.

Floração: Ocorre no fim do verão. Emite uma haste floral no ápice do pseudobulbo, portando até 6 flores de 3 centímetros de diâmetro, com pétalas e sépalas verde-amareladas e labelo róseo-lilacíneo.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço orquidófilo!

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Robiquetia cerina

Robiquetia cerina

Sinônimo científico: Saccolabium cerinum.

Origem: Papua, Nova-guiné e Filipinas.

Ambiente: Quente e úmido.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Luminosidade: Meia-sombra. Pode ser cultivada sob árvores ou usando-se telado com proteção de 70%.

Características: É uma orquídea epífita, de crescimento monopodial, raízes aéreas, folhas alternadas, ovaladas, verde-arroxeadas.

Tipo de substrato: Pode ser plantada diretamente em troncos de árvores ou usando-se cachepôs de madeira com uma mistura de fibra de casca de coco com casca de pinho ou peroba.

Regas: Diárias.

Doenças e pragas: É atacada principalmente por doenças fúngicas como a "ferrugem". Corte a parte afetada, isole a planta e trate com fungicida específico, recomendado por um agrônomo.
As principais pragas são as cochonilhas brancas e de carapaça. Use óleo de nim ou inseticida piretroide.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Adubação: Deve ser quinzenal, utilizando-se NPK 10-10-10 ou qualquer outro adubo com macronutrientes equilibrados e boa dosagem de micronutrientes como ferro e zinco.

Floração: Ocorre no fim do verão e início do outono. Emite uma haste floral pendente, com cerca de 15 centímetros com flores globulares, com sépalas e pétalas róseas  e centro do labelo com mácula amarelada.

Status ecológico: Corre risco de extinção na natureza.

Abraço orquidófilo!