expr:class='"loading" + data:blog.mobileClass'>

Translate

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Vandopsis gigantea

Vandopsis gigantea

Sinônimos botânicos: Vanda gigantea, Vanda lindleyana griff., Staropsis gigantea.

Origem: Nordeste da Malásia, Tailândia, Burma e China.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ambiente: Quente e bastante úmido.

Luminosidade: Média. Pode ser cultivada à sombra de árvores ou com telado com proteção entre 50% e 70%.

Características: É uma orquídea epífita, de crescimento monopodial (cresce verticalmente), com folhas alternas, lanceoladas, curvas, verde-brilhantes, e raízes aéreas.

Tipo de substrato: Pode ser cultivada em cachepôs de madeira, com praticamente nenhum substrato, lembrando sempre que ao passo que crescer irá precisar de um tutor para mantê-la.

Regas: 2 ou 3 vezes por dia. É muito importante manter o ambiente sempre úmido.

Doenças e pragas: É bastante resistente a doenças, mas pode ser atacada por "ferrugem". Nesse caso, é importante podar as folhas afetadas, isolar a planta e, se o ataque for intenso, usar fungicida recomendado por um agrônomo.
A praga mais comum nesse tipo de orquídea são os percevejos. Esses podem passar despercebidos, pois, se escondem com a aproximação do ser humano. Uma boa dica é observar se as folhas nao apresentam manchas amarelas, arredondadas. Use inseticida piretroide.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Adubação: Use adubo com macronutrientes equilibrados como NPK 20-20-20, por exemplo, de dez em dez dias. Uma outra dica é fazer a adubação orgânica, colocando uma trouxinha de pano com adubo um pouco acima da orquídea, de forma que, ao regar, o adubo desce em doses homeopáticas sobre ela.

Floração: Ocorre no inverno, no máximo no início da primavera. Emite uma haste floral no meio das folhas com cerca de 30 centímetros, portando até 10 flores de 7 centímetros de diâmetro, com todos os seguimentos amarelos, pintalgados de vermelho.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço orquidófilo!

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Pholidota imbricata

Pholidota imbricata

Origem: Sudeste asiático.

Ambiente: Quente e úmido.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Luminosidade: De sombra a meia-sombra.

Características: É uma orquídea epífita, com pseudobulbos de cerca de 5 centímetros e folhas retinervadas entre 15 e 20 centímetros, verde-brilhantes.

Tipo de substrato: Pode ser cultivada em placas ou palitos de fibra de casca de coco ou em vasos com uma mistura de fibra de casca de coco ou esfagno com casca de pinho ou peroba.

Regas: Diárias.

Doenças e pragas: É uma planta bem resistente a doenças, mas pode ser atacada por doenças fúngicas como a "ferrugem". Use fungicida específico recomendado por um agrônomo. Os insetos que mais atacam essa orquídea são os pulgões, principalmente na fase de brotação. Um controle manual costuma ser o suficiente, mas se o ataque for intenso use detergente líquido diluido em água.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Adubação: Recomendamos sempre o uso de adubo com macronutrientes equilibrados, principalmente para os iniciantes, como NPK 10-10-10, por exemplo, quinzenalmente.

Floração: Ocorre no fim do inverno e primavera. Emite uma haste floral de cerca de 20 centímetros, portando até 16 flores de 1,5 centímetro de diâmetro, com pétalas e sépalas amarelo-pálidas, quase brancas, com labelo de mesma cor e maculado de marrom.

Status ecológico: Em risco de extinção na natureza.

Abraço orquidófilo!


terça-feira, 28 de outubro de 2014

Meiracylium trinasutum

Meiracylium trinasutum

Origem: México, Guatemala e El Salvador.

Ambiente: Quente, úmido e bem ventilado.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Luminosidade: Gosta de locais bem sombreados.

Características: É uma orquídea epífita, sem pseudobulbos, de crescimento meio desordenado, com folhas arredondadas, coreáceas, verde-brilhantes.

Tipo de substrato: Palitos ou placas de fibra de casca de coco.

Regas: Diárias. E é importante manter a umidade do ambiente.

Doenças e pragas: É bastante resistente a doenças. Pode ser atacada por pragas como os pulgões e cochonilhas, que podem ser combatidas manualmente ou usando-se detergente líquido diluído em água. Só use inseticidas em caso de ataque muito intenso.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Adubação: Use adubo com macronutrientes equilibrados como NPK 20-20-20, por exemplo, quinzenalmente.

Floração: Ocorre no fim do inverno e início da primavera. Emite uma haste floral com até 15 flores com pétalas e sépalas lilás e labelo lilás em tom mais forte, pintalgadas.

Status ecológico: Em risco de extinção na natureza.

Abraço orquidófilo!

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Pleurothalis grobii

Pleurothalis grobii

Origem: É encontrada em toda a América Latina.

Ambiente: Quente e úmido.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Luminosidade: Gosta de locais sombreados.

Características: É uma micro-orquídea epífita, sem pseudobulbos, com folhas lanceoladas, coreáceas, verde-brilhante. Normalmente forma pequenas touceiras.

Tipo de substrato: Pode ser cultivada em palitos de fibra de casca de coco ou em vasos plásticos usando fibra de casca de coco e casca de pinho ou peroba.

Regas: Diárias.

Doenças e pragas: É uma orquídea bastante resistente a doenças. As pragas mais comuns são as cochonilhas e percevejos. Para combatê-las use detergente líquido diluído em água. Em último caso, use inseticidas piretroides.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Adubação: Use adubo com macronutrientes equilibrados como NPK 10-10-10, por exemplo, de 15 em 15 dias. Pode-se usar também adubo orgânico, porém, deve-se ter atenção especial para ocorrência de doenças causadas por fungos ou bactérias.

Floração: Ocorre no fim do inverno e início da primavera. Emite uma pequena haste floral portando de 3 a 5 flores de 0,7 centímetro de cor verde-amarelado.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço orquidófilo!

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Encyclia patens

Encyclia patens

Origem: Brasil, nas serras litorâneas, desde o Rio Grande do Sul até a Bahia.

Ambiente: Quente e seco durante o dia, com queda de temperatura e aumento de umidade à noite. Locais com boa ventilação.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Luminosidade: Aprecia boa luminosidade. Pode ser cultivada sob telado com proteção entre 30% e 50%.

Características: É uma orquídea epífita com pseudobulbos alongados com cerca de 6 centímetros de altura, com duas folhas estreitas, coreáceas e quilha na parte central com 30 centímetros de comprimento, em média.

Tipo de substrato: Pode ser cultivada em tocos de madeira ou em cachepôs de madeira com casca de pinho ou peroba.

Regas: Diárias.

Doenças e pragas: É uma orquídea bem resistente a doenças, mas se for cultivada sob muita umidade ou em substrato que permaneça muito tempo encharcado, pode ser atacada por doenças fúngicas como a "podridão-negra". Nesse caso o melhor é podar a parte afetada e isolar a planta para que não contamine outras. Deve-se usar um fungicida específico recomendado por um agrônomo.
As pragas mais comuns são os pulgões e as cochonilhas que podem ser combatidas usando-se detergente líquido diluído em água. Em último caso, use inseticidas piretroides.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Adubação: Deve ser periódica. De 15 em 15 dias para manutenção e semanalmente na fase de brotação. Use NPK 20-20-20 ou outro adubo com macronutrientes equilibrados.

Floração: Floresce na primavera/verão. Emite uma haste floral no ápice do pseudobulbo, entre as folhas, com cerca de 50 centímetros de altura, portando até 30 flores de 3 centímetros de diâmetro com sépalas e pétalas esverdeadas e labelo trilobado, amarelado e reticulado de vermelho.

Status ecológico: Corre risco de extinção na natureza.

Abraço orquidófilo!

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Dendrobium pierardii

Dendrobium pierardii

Origem: Ásia.

Ambiente: Quente e seco durante o dia e frio e úmido durante a noite. Aprecia boa ventilação.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Luminosidade: Intensa. Pode ser cultivada sob árvores pouco frondosas ou sob telado com proteção entre 30% e 50%.

Características: É uma orquídea epífita, com caule delgado e pendente de até 80 centímetros, com folhas lanceoladas verde-claro.

Tipo de substrato: Pode ser cultivada diretamente nos troncos de árvores, em tocos de madeira ou em cachepôs de madeira com casca de pinho ou peroba.

Regas: As regas podem ser diárias do final da floração até o meio da nova brotação. Nos meses que antecedem a floração (entre maio e julho) as regas devem ser diminuídas para duas ou três vezes por semana. Isso evita que, ao invés de florir, ela brote.

Doenças e pragas: Em condições normais de cultivo, dificilmente é atacada por doenças. Na fase de brotação ou crescimento dos botões florais, pode ser atacada por pulgões ou percevejos. Pode ser feito o controle manual ou usando-se detergente líquido diluído em água, no caso dos pulgões. No caso dos percevejos, use inseticidas piretroides.



                      Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Adubação: Use adubos com macronutrientes equilibrados como NPK 10-10-10, por exemplo, de 15 em 15 dias. Nunca esqueça de seguir a dosagem recomendada pelo fabricante.

Floração: Ocorre do meio ao fim do inverno. Emite de 1 a 5 flores em cada entrenó dos caules, podendo ter até 30 flores em cada caule. Sua flor mede 5 centímetros de diâmetro, com pétalas e sépalas rosa-claro, com labelo rosa-claro com o interior amarelado.

Status ecológico: Em risco de extinção na natureza.

Abraço orquidófilo!

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Dendrobium anosmum

Dendrobium anosmum

Origem: Malásia, Laos, Vietnã, Filipinas e Indonésia.

Ambiente: Quente e seco durante o dia, frio e úmido durante a noite. Gosta de locais bem ventilados.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Luminosidade: Gosta de locais com boa iluminação. Pode ser cultivado em árvores ou sob telado com proteção entre 30% e 50%.

Características: É uma orquídea epífita, com caules de até 1,20 de comprimento, pendentes, com folhas alternas, lanceoladas, verde-brilhante.

Tipo de substrato: Pode ser cultivada em tocos de madeira, em troncos de árvores ou palitos e placas de fibra de casca de coco.

Regas: Diárias.

Doenças e pragas: Cultivada em condições ideais, raramente é atacada por doenças. A praga mais comum são os pulgões, principalmente na fase de brotação e botões florais. O combate pode ser feito usando-se detergente líquido diluído em água. Use inseticidas apenas em última instância.




    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Adubação: Use NPK 20-20-20 ou qualquer outro adubo com macronutrientes equilibrados de 15 em 15 dias.

Floração: Ocorre no fim da primavera. Emite de 1 a 4 flores nos entrenós dos caules. As flores medem 7 centímetros de diâmetro e possuem pétalas e sépalas lilás, com o labelo um pouco mais escuro.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço orquidófilo!